Arquivo | maio, 2013

Game of Thrones – Podcast Review: Especial!

31 maio

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Ma oeeeeeeee!

Todo mundo bem?? Sobreviveram à semana sem Game of Thrones?? A gente ficou numa boa….

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Aqui de boas…

Aposto que vocês acharam que agente ia relaxar e abandonar vocês nessa semana de hiato, né?? NÃO! Azamiga conjuraram pra vocês um Podcast *E*S*P*E*C*I*A*L* com participação de ninguém menos que amiga Aretusa!

PFVR linda, carismática e brutal. Apenas.

Aretusa is a STAAAAAAARRRRR!

Nessa semana a gente fez um audio maior e mais forte com resumo da temporada até agora, nossas reclamações e o que esperamos da série AND a amiga Mila e eu ainda descrevemos algumas das teorias e conspirações que mais causam fervo entre os fãs de GoT. Aliás, o material que usamos pra discutir essas teorias é do Game of Thrones BR, que sempre publica artigos babadeiros.

Agora, coloca aquela roupa chique que você vai usar no Casamento Vermelho e CLICA AQUI!

Já sabem: vocês podem ouvir todos os podcasts na nossa playlist sexy no Grooveshark, e seguem os links pra download das edições anteriores:

Esperamos que vocês gostem do podcast Special Edition. E estamos esperando vocês semana que vem, depois das chuvas de Castamere!

Beijo!

AVISO: A Mila e a Nick falam palavrão como sempre. A Aretusa nem tanto.

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Parte 2: à vontade

26 maio

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Parece piada, mas não é. Juro. É só curioso.

Trade preguiçosa de domingo aqui na vizinhança das casas com quintal, isoladas do tempo, do espaço e da cidade. O livro é bom, muito bom, mas eu quase não consigo prestar atenção. A alergia torna difícil respirar, e eu fico meio zonza. A mãe abriu todas as janelas para o ar entrar, talvez ajude, talvez não.

E com o canto dos olhos vermelhos e irritados, eu vi entrar pela janela do meu quarto um vulto rápido, meio sem cor por causa da velocidade. Foi direto para a sala de estar.

“Mãe! É o passarinho de novo!”

Um joão-de-barro, como da outra vez. Não sei se era o mesmo. Não temos tanta intimidade pra conhecer as marcas pessoais um do outro. A mãe correu para a área de serviço enquanto enquanto telefonava pra a farmácia pra saber o preço do anti-histamínico.

Não sei se era o mesmo. Mas ele parecia muito mais à vontade. Como boa visita educada, se acomodou no sofá da sala e me esperou vir recebê-lo. Eu não estava tão surpresa. Ele já não era um estranho. Cheguei com a vassoura na mão, pois nós dois sabíamos que seria uma visita de cortesia, coisa rápida. Sem essa de salvar um vizinho em perigo.

E ele também parecia já conhecer melhor a geografia da casa. Tipo um convidado mais habituado e sem cerimônia. Subiu de novo. Deu uma volta elegante no teto da sala, voou por cima da minha cabeça e pela porta da cozinha, e assim que viu a janela, passou por ela rápido como uma flecha. Dessa vez não havia o vidro cruel para barrá-lo. Eu disse que era coisa rápida.

Chegou com estilo. Ficou pouco tempo. E foi embora com classe. Nunca vi bons modos assim.

A mãe ainda estava meio assustada. “Já foi?”.

E pensar que sou eu que costumo me esconder das visitas. Elas não costumam ser agradáveis assim.

Olhei pela janela da cozinha, pra me certificar de que o meu convidado saiu sem sobressaltos. Da outra vez foi tão tumultuado. No gramado, encostado no murinho de concreto, o gato gordo me dava um olhar ranzinza. Estava dormindo no meu lado do muro fazia horas. Também é frequentador do meu quintal e apreciador da minha grama e do meu sol, mas não me dá lá muita confiança. Desculpe, meu senhor. Amigos fazem bagunça quando se veem. Não foi nossa intenção te acordar.

Meus olhos continuam ardendo. Ainda é difícil respirar. E os passarinhos continuam cantando lá fora porque domingo é dia de baderna. Obrigada pela visita. Muito gentil da sua parte.

Nick

PS: Mila e Raphael, espero que dessa vez eu não tenha partido o coração de vocês.

Game of Thrones – Podcast Review 08: ‘Second Sons’

24 maio

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Oi, gente bonita!

Eu sei, eu sei, o podcast tá atrasado, mas é que dessa vez a gente teve “poblemes” com a gravação and a edição. Sou euzinha que edito essa nossa delícia crocante, e durante essa semana eu fiquei um pouco enrolada no trabalho… ENFIM, aqui não é fila do banco pra falar da vida e da rotina. Vamos ao que interessa!

Oi, gata. Eu luto pela beleza.

Oi, gata. Eu luto pela beleza. E vale a pena lutar por você. GRAWR ❤

Toma aqui o review do episódio 08 da terceira temporada de Game of Thrones “Second Sons”. E não importa se você nasceu primeiro ou depois, chega mais e clica aqui!

Eu particularmente achei que esse episódio teve menos ação e foi meio melancólico e sofrido, mas muito bom! E provavelmente foi menos frenético porque boatos que o próximo vai ser babado, confusão, flechas e gritaria…

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E como sempre, você também pode ouvir o podcast dessa semana e os anteriores na nossa playlist épica no Grooveshark. E como eu sou legal, também deixo os links pra download aqui:

Só lembrando que nesse domingo, dia 26, NÂO TEM Game of Thrones. O episódio 09 “The Rains of Castamere” vai ao ar só no domingo que vem, dia 02 de junho. Azamiga vão tentar conjurar alguma coisa pra vocês durante esse hiato, assim a gente sofre menos com a ansiedade.

Beijo e até a próxima!

AVISO: a Mila e a Nick falam palavrão que nem o Bastardo do Titã. Mas elas gostam mesmo é do Daario.

Uma breve história das Geishas

21 maio

Oi Pessoal! Tudo bem?

Faz um tempo eu queria fazer um post histórico aqui no blog e como eu assino um mailing de história oriental, resolvi fazer uma tradução livre para vocês.

O texto resgata as raízes da profissão Geisha, antes da mesma ganhar esse nome. Mantendo como vínculo o ato de servir (quase como a classe samurai, mas nesse caso para famílias com status menores e focados na figura feminina) e mostra como essa profissão sobreviveu e sustenta todo um ramo da indústria japonesa.

Eu sei que tem muitos termos históricos desconhecidos para nós ocidentais, qualquer dúvida visitem o site texto original (link no fim do texto) que possui muitos outros textos relacionados.

As Raízes das Geishas:

A primeira classe tipo Geisha da qual se tem registro na história do Japão são as saburuko, “aquelas que servem”, que serviam mesas, conversavam e algumas vezes vendiam favores sexuais. As saburukos de alta classe dançavam e entretinham a elite em eventos sociais. Saburukos comuns, geralmente era filhas de famílias destituídas devido aos eventos políticos e sociais do século VII, período da Reforma Taika.

Em 794 d.C., o Imperador Kammu mudou a capital de Nara para Heian (próximo a atual Kyoto). A cultura japonesa Yamato floreceu durante o período Heian, que testemunhou o estabelecimento de um Padrão de Beleza em particular, bem como as origens da classe Samurai. Dançarinas Shirabyoshi e outras artistas talentosas estavam em alta durante a Era Heian, que durou até 1185.

Precursoras Medievais das Geishas:

Por volta do século XVI, com o fim do caótico período Sengoku, a maioria das cidades japonesas desenvolveram bairros murados chamados “distritos dos prazeres”. As cortesãs, ou yujo, viviam e trabalhavam nestes distritos como prostitutas licenciadas, e o governo Tokugawa as classificava de acordo com sua beleza e habilidades. No topo da hierarquia yujo estavam as Oirans, que eram o ínicio do teatro Kabuki, além prostitutas.

 Samurais não eram permitidos a participar do teatro kabuki ou usar dos serviços das yujo por lei; era uma violação da estrutura social para os membros das castas altas (de guerreiros) se misturar com as classes marginalizadas como atores e prostitutas. No entanto, os samurais ociosos do pacífico Japão Tokugawa burlaram tais restrições, e se tornaram alguns dos melhores clientes dos Distritos dos Prezares.

Geishas servindo sakê, 1801

Surgimento da figura da Geisha:

Com clientes de classes mais altas, um estilo mais refinado de mulher artista se desenvolveu nos distritos dos prazeres de Kyoto e outras cidades. Altamente habilidosas em dança, canto e em instrumentos musicais como flauta e shamisen, a geisha não contava em vender seu corpo como principal fonte de renda. Elas eram treinadas na arte da conversa e do flerte. Dentre as geishas mais valorizadas estavam aquelas que possuíam talento para a caligrafia, ou aquelas que podiam improvisar belas poesias com mensagens escondidas nas entrelinhas.

A história registra que a primeira pretensa geisha foi Kikuya, uma talentosa tocadora de shamisen e prostituta que viveu em Fukagawa nos anos 1750. Entre o fim do século XVIII e início do XIX, uma grande quantidade de outras residentes do distritos dos prazeres começaram a construir uma reputação como talentosas musicistas, dançarinas ou poetas, do que simplesmente profissionais do sexo.

A primeira Geisha oficial foi licenciada em Kyoto em 1813, apenas 55 anos antes da Restauração Meiji, que acabou com o Shogunato Tokugawa e assinalou a rápida modernização do Japão. As geishas não desapareceram com o fim do Shogunato, apesar da dissolução da classe samurai. Foi a Segunda Guerra mundial que realmente deu um baque na profissão; de quase todas as jovens mulheres se esperava que trabalhassem em fábricas para ajudar na guerra, e haviam muitos poucos homens para patrocinar as casas de chá e bares.

Maikos dançando e tocando shamisens, 1906

Apesar do apogeu das Geisha ter sido curto, a ocupação vive até hoje. Ao passo que a tradicional maiko, ou geisha aprendiz, começava seu treinamento aos 6 anos de idade, hoje todos os estudantes japoneses são obrigados a frequentar a escola até os 15 anos. Em Kyoto, garotas podem começar seu treinamento com 16 enquanto as garotas de Tokyo geralmente tem que esperar até os 18.

Uma geisha moderna

Popular tanto entre os turistas quanto com pessoas de negócios, a geisha moderna sustenta toda uma indústria. Elas provém trabalho para artistas em todas áreas tradicionais de ensino da música, dança, caligrafia, etc, que treinam uma geisha. Além disso, geishas compram produtos tradicionais top de linha como kimonos, sombrinhas, leques, sapatos e afins, mantendo artesãos trabalhando e preservando seus conhecimentos.

Fonte: http://asianhistory.about.com/od/japan/a/History-of-the-Geisha.htm?nl=1
A autora do texto original é a historiadora Kallie Szczepanski.
O portal é bem legal você pode acessar por aqui: http://asianhistory.about.com

Game of Thrones – Podcast Review 07: ‘The Bear and the Maiden Fair’

15 maio

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Olá, ursos e belas donzelas!

Essa semana o nosso crocante podcast chega no dia certinho, LET’S REJOICE!

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Aqui está pra vocês o review de The Bear and the Maiden Fair. Foi um episódio na medida, ao mesmo tempo com muito apelo emocional e full of epic shit!

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E agora, você, que é um urso ou uma donzela muito sagaz, vai clicar aqui!

Pra quem perdeu os podcasts passados, não precisa ficar loucão que nem os os dragões da Dany disputando um pedaço de carne. Tem áudio pra todo mundo! Você pode ouvir a nossa nobre playlist no Grooveshark

E também tem aqui os links pra download!

Pra encerrar, Robb vestindo um robe, porque eu quero.

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AVISO: A Mila e a Nick sabem falar palavrão, mas não sabem alto valiriano D=

Game of Thrones – Podcast Review 06: ‘The Climb’

9 maio

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Oi, trepadeiras and trepadeiros!

Antes de mais nada, eu sei que o podcast atrasou, que era pra ontem, e mimimi… ME PROCESSEM. Mas o que aconteceu é que eu fiquei meio doentinha e com febre, e a edição atrasou. É o inverno que chegou a Curitiba antes mesmo do corvo branco avisar.

GLR tudo bom? Acho que tô com febre

galere num to boa…

Mas né, chega, vocês não pagam minhas contas e eu não devo satisfações. You’re not the boss of me! #GROÇA

BRINKS! Apesar do atraso, apresentamos orgulhosamente o podcast de review do episódio 06 “The Climb“. Que conta inclusive com participação secreta da amiga Kit, que NÃO assiste a série nem leu os livros! É uma loucura!

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Preparados pra subir pelas paredes? Então peguem suas cordas, picaretas e ganchos e cliquem aqui!

E se você perdeu os podcasts anteriores, não precisa ficar tomad@ pela vingança e pela escuridão como a Arya. Aqui os links:

E você ainda pode ouvir tudo na nossa playlist mágica no Grooveshark!

Até semana que vem!

AVISO: Azamiga são boca suja que nem o Tyrion.